Dente de Leite: Guardar ou Jogar Fora? Descubra o que a Ciência Diz
A queda do primeiro dente de leite é um marco inesquecível na infância. Para muitos pais, surge a dúvida: guardar como recordação, jogar fora ou deixar para a “Fada do Dente”?
Antigamente, o destino mais comum era o telhado ou uma caixinha de recordações. Hoje, a ciência nos dá um motivo muito mais importante para olhar para esses pequenos dentes com atenção: as células-tronco.
Por que considerar o armazenamento?
Diferente do que se pensava, o dente de leite não é apenas um “descarte” do corpo. Em sua polpa (a parte interna do dente), existem células-tronco de excelente qualidade. Elas são jovens, vibrantes e têm o potencial de se transformar em diversos tipos de tecidos do corpo humano.
Essas células podem ser coletadas e criopreservadas (congeladas) em laboratórios especializados para uso futuro em tratamentos médicos, caso a criança precise de regeneração de tecidos ou ossos ao longo da vida.
3 Dicas da Dra. Cristiane Borba para esse momento:
Higiene em primeiro lugar: Independentemente do destino, quando o dente cair, limpe-o bem para evitar a proliferação de bactérias.
Não force a queda: Deixe o dente balançar naturalmente. Se houver desconforto excessivo ou o dente permanente estiver nascendo “por trás”, agende uma consulta.
Memória Afetiva: Se você não optar pelo banco de células-tronco, guardar o dente em um “Álbum do Dente” é uma forma lúdica de ensinar a criança sobre o crescimento e o cuidado com o corpo.
Conclusão
Seja por valor sentimental ou por segurança biológica, o dente de leite é um tesouro. Se você tem dúvidas sobre o nascimento dos dentes permanentes ou quer saber mais sobre a saúde bucal do seu filho, estamos aqui para ajudar.
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